A OFICINA E O CLIENTE FINAL

A Arquitetura é uma das mais fantásticas e impressionantes formas de arte. Embora traga consigo um forte componente técnico-científico, seu “objeto”, sempre impactante aos olhos, se mostra envolvido também por fortes traços artísticos.

Assim, o projeto assume demasiada importância, contribuindo para o resultado.

Hoje é muito comum, juntarem ao briefing, imagens de referência, por exemplo, do Pinterest. Há duas maneiras de encarar a referência: a mais prática, ainda que exija certo conhecimento é tentar reproduzir a imagem na escala do projeto, combinando com outras fontes e digamos assim, ir confeccionando a colcha de retalhos… Se o costureiro é bom e tem bom gosto, pode resultar bem…, mas o risco de um simples “copiar e colar” é grande.

Outra maneira que consideramos mais digna, é usar a referência apenas como leitura dos gostos e preferências do cliente, como quem analisa as informações para extrair dela as características da ambiência, da atmosfera, enfim do estilo… Sofisticado, tecnológico, retrô, moderno, clássico e assim por diante; tanto o Design como a Arquitetura são classificados por estilos… Nesse caso, a criação ainda que necessite das referências, se torna original.

No dicionário, ser original é ter caráter próprio, imprimir cunho novo e pessoal; que não segue modelo. Que é fora do comum; extraordinário, singular. Que prefere um modelo primitivo que se opõe ao conceito de cópia. Uma pessoa excêntrica, incomum; criativa.

Uma excelente ferramenta de experimentação na Arquitetura de Interiores é o “mood board” ou menu de acabamentos que resume os itens do projeto; preferencialmente ordenado por ambiente. A ideia é dispor na mesma “página” a paleta de cores, os acabamentos de piso e do mobiliário, além dos itens de revestimento como cerâmicas e papel de parede e ainda objetos de decoração que farão a composição completa pretendida. Tapetes, vasos, estampas, almofadas, equipamentos, enfim. A dica é a seguinte: se a combinação no menu agradar aos seus olhos, certamente o ambiente concretizado também o agradará. É possível também, para olhos mais atentos, perceber ao que chamamos de “stimmung” – que é, em resumo, a atmosfera, a sensação que produz cada ambiente. Também conhecido como o “feeling” do espaço; constitui-se no elemento principal para que o profissional consiga projetar os ambientes buscando atender as necessidades objetivas e subjetivas dos clientes.

Nossa produção é caracterizada pelo estado do que é diverso, diferente, diversificado, variado.

Por vezes é difícil explicar o que fazemos! Rs. 

Mas é que para o consumidor final, tudo que estiver debaixo do guarda-chuva da arquitetura, podemos atender. E esse leque é muito aberto: de paisagismo à decoração, de projeto à obra civil, passando pelas diversas instalações, sejam elas técnicas como por exemplo automação ou mais artesanal como as de marcenaria, o fato é que estamos aptos a propor e gerenciar. Nossa formação acadêmica, passa pelo Marketing, pela Iluminação, pelo Design de Interiores e pela Cenografia…

Já desenvolvemos linhas de móveis, brinquedos educativos. Já montamos cozinhas, lanchonetes, dormitórios, motéis, banheiros e salas de banho e nos consideramos especialistas em marcenaria…

“Nesta vida de pouco atos e finais imprevisíveis, o que importa não é ser étnico, moderno, contemporâneo ou clássico. O importante é viver com o que se gosta”.

Conte conosco para qualquer uma dessas demandas.

Ah! Na Oficina você pode se render ao Pinterest ou embarcar conosco na busca pelo original. Você decide.

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Redação Oficina